Hoje acordo com um sentimento de leveza,
o sorriso preenche os meus lábios,
a felicidade entrou no meu coração
e aqueceu a minha alma.
Não consigo acreditar,
que acordei para a vida,
para esta vida que há muito explodia
para sair de mim.
Sei quem sou
e o que quero.
Vi a luz que me aqueceu
e me disse que a felicidade sempre existe.
Saber que ela está em mim,
sem ti,
aquele que tanto me fez duvidar,
que me deu o papel de vitima
e me fez acreditar que não havia vida,
me cortou as asas e não me deixou voar,
que me disse que a felicidade era uma utopia,
faz-me sentir uma calma,
que deixa fluir os meus sentimentos,
e ser quem sou,
sem ter que provar a ninguém.
Faz-me sentir que afinal cheguei aonde queria ir,
que o meu sonho sempre fazia sentido,
Mas,
aprendi a ser humilde,
aprendi a perdoar,
e não deixo a mágoa e o rancor entrarem nesta vida,
esta que explodiu e me fez renascer,
mais bela,
mais dócil,
mais segura,
mais genuína,
mais parecida comigo.
Apaixonei-me,
e trago-te comigo no peito,
porque és eu,
és a minha essência,
és quem deverias ter sido sempre,
não quem os meus pais queriam que fosse,
não quem o meu marido tentou que eu fosse,
não quem os meus amigos me forçaram a ser,
mas,
sim,
quem eu acredito ser.
E pela primeira vez na vida,
acordo a sorrir,
sem tristezas nem lágrimas,
porque me deitei com alegria por saber que sou eu.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Diz-me...
Diz-me...
Já caminhaste à beira do abismo e não encontraste o vazio?
Ou entraste num túnel e não viste a luz?
Diz-me...
Já sentiste essa paixão que te enche de vida e te preenche de dor?
Diz-me...
Já amaste e libertaste os teus sentidos desse egoísmo
que te faz querer mais?
Diz-me...
Já transformaste a compreensão das derrotas numa gloriosa vitória?
Diz-me...
Já encontraste o caminho que te faz ter orgulho em quem és?
Ou viste a encruzilhada que te leva a perder os sentidos
na exuberância da felicidade?
Diz-me...
Diz-me como é,
como foi,
como será...
Diz-me...
Diz-me porque quero saber que não vôo sozinha,
neste universo abstrato da consciência superior.
Diz-me...
Diz-me porque quero que me digas que afinal tudo é possível
e a vida não é mais do que uma força da natureza.
Mas,
diz-me...
Diz-me apenas que eu existo!
Já caminhaste à beira do abismo e não encontraste o vazio?
Ou entraste num túnel e não viste a luz?
Diz-me...
Já sentiste essa paixão que te enche de vida e te preenche de dor?
Diz-me...
Já amaste e libertaste os teus sentidos desse egoísmo
que te faz querer mais?
Diz-me...
Já transformaste a compreensão das derrotas numa gloriosa vitória?
Diz-me...
Já encontraste o caminho que te faz ter orgulho em quem és?
Ou viste a encruzilhada que te leva a perder os sentidos
na exuberância da felicidade?
Diz-me...
Diz-me como é,
como foi,
como será...
Diz-me...
Diz-me porque quero saber que não vôo sozinha,
neste universo abstrato da consciência superior.
Diz-me...
Diz-me porque quero que me digas que afinal tudo é possível
e a vida não é mais do que uma força da natureza.
Mas,
diz-me...
Diz-me apenas que eu existo!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Quando sou eu...
Quando sou eu
perco-me no meio das estrelas,
porque a vontade de viajar enche a minha alma.
Quando sou eu
vejo a beleza do horizonte
porque a alegria de te dar a mão
preenche o meu coração.
Quando sou eu
oiço a leveza da música
porque a simplicidade da vida
ocupa a minha mente.
Quando sou eu
sinto a serenidade do universo
porque o poder da compreensão
espande-se nos meus sentidos.
Quando sou eu
desejo a comunhão da virtude
porque a imperfeição
ocupa os meus dias.
Quando sou eu
aceito com humildade a vida
porque ela me dá tudo o que preciso.
Quando sou eu
cresço em todos os momentos
porque sei que amanhã será sempre melhor que hoje.
Quando sou eu
sonho,
vivo,
amo,
danço,
escalo,
penso,
sinto,
quero ser eu.
perco-me no meio das estrelas,
porque a vontade de viajar enche a minha alma.
Quando sou eu
vejo a beleza do horizonte
porque a alegria de te dar a mão
preenche o meu coração.
Quando sou eu
oiço a leveza da música
porque a simplicidade da vida
ocupa a minha mente.
Quando sou eu
sinto a serenidade do universo
porque o poder da compreensão
espande-se nos meus sentidos.
Quando sou eu
desejo a comunhão da virtude
porque a imperfeição
ocupa os meus dias.
Quando sou eu
aceito com humildade a vida
porque ela me dá tudo o que preciso.
Quando sou eu
cresço em todos os momentos
porque sei que amanhã será sempre melhor que hoje.
Quando sou eu
sonho,
vivo,
amo,
danço,
escalo,
penso,
sinto,
quero ser eu.
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