Um gesto que cativa,
uma palavra que seduz,
um sorriso que ilumina,
um pensamento que nasce,
um olhar que brilha,
o sol que preenche
o lugar que alguém deixou.
Uma promessa que se cumpre,
um beijo que se dá,
uma mão que se oferece,
um carinho que se rouba,
um que toque que fica,
o calor que aquece
a alma de quem precisa.
Uma luta que se trava,
uma lágrima que seca,
um riso que se solta,
uma decisão que se toma,
uma felicidade que se encontra,
uma segurança que se alcança
numa vida indecisa.
O amor que renasce,
uma paixão que desaparece,
uma família que se une,
uma dor que desvanece,
uma serenidade que se conquista,
uma entrega que se faz,
um sonho que encontra
o seu lugar no mundo.
Uma sensação que atropela,
um viver ao rubro,
um gosto que nasce,
uma ilusão que morre,
uma vida que ganha um sentido
que só existe num mundo quase perfeito.
segunda-feira, 9 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Adeus
As coisas que sei,
não consigo ensinar-te,
nem espero,
um dia,
conseguir mostrar-te.
Sei que olhas para mim,
mas não sou quem vês,
quem imaginas
e não consigo perceber como me admiras,
se ignoras quem eu sou.
Foste uma brisa que passou,
tal como um furacão,
nesta minha vida,
em que ainda procuro um sentido,
uma razão,
para lutar pela minha felicidade.
Cada vez,
que falas da outra,
essa que tu vês em mim,
que não existe,
afastas-te um pouco mais,
colocas um vazio entre nós,
que deixa sem sentido a nossa amizade.
Gostava de poder manter algum carinho,
alguma ternura,
mas,
é uma impossibilidade que marca a minha alma,
porque quem és recorda-me as lágrimas que chorei,
deixa-me incrédula ao que senti,
não me deixa ver algum de bom que nos una,
porque tal como tu,
não te vi nem te conheci.
Mas,
esforço-me,
para recordar os sorrisos que me arrancaste,
embora não tenham sido os meus que querias,
para não me esquecer que me fizeste sonhar,
embora não fosse comigo que sonhavas,
talvez por isso,
ainda me doa perceber que nem te esforçaste para me veres como sou.
Por isso,
esta que tu não conheces,
diz-te adeus e espera que não te voltes a cruzar no seu caminho.
não consigo ensinar-te,
nem espero,
um dia,
conseguir mostrar-te.
Sei que olhas para mim,
mas não sou quem vês,
quem imaginas
e não consigo perceber como me admiras,
se ignoras quem eu sou.
Foste uma brisa que passou,
tal como um furacão,
nesta minha vida,
em que ainda procuro um sentido,
uma razão,
para lutar pela minha felicidade.
Cada vez,
que falas da outra,
essa que tu vês em mim,
que não existe,
afastas-te um pouco mais,
colocas um vazio entre nós,
que deixa sem sentido a nossa amizade.
Gostava de poder manter algum carinho,
alguma ternura,
mas,
é uma impossibilidade que marca a minha alma,
porque quem és recorda-me as lágrimas que chorei,
deixa-me incrédula ao que senti,
não me deixa ver algum de bom que nos una,
porque tal como tu,
não te vi nem te conheci.
Mas,
esforço-me,
para recordar os sorrisos que me arrancaste,
embora não tenham sido os meus que querias,
para não me esquecer que me fizeste sonhar,
embora não fosse comigo que sonhavas,
talvez por isso,
ainda me doa perceber que nem te esforçaste para me veres como sou.
Por isso,
esta que tu não conheces,
diz-te adeus e espera que não te voltes a cruzar no seu caminho.
Subscrever:
Mensagens (Atom)